sábado, 15 de setembro de 2012

A Comunicação externa


A Comunicação externa
A divulgação das ideias espíritas para não espíritas exige cuidados especiais



Divulgar ideias espíritas para o público considerado externo é tarefa que todos podem se ocupar, particularmente as instituições espíritas, por meio de cartazes, site, vídeos, apresentações em PowerPoint, boletim e outras mídias.
Um cuidado fundamental é transmitir a ideia sem a roupagem espírita, isto é, sem a linguagem antiga dos livros da codificação, sem os termos antiquados, apenas a essência da ideia com a vestimenta atual.
Não caia na tentação de querer explicar demais os conceitos espíritas. Isso mais vai confundir do que esclarecer.
Uma campanha não deve ter objetivos de instrução, mas de chamar a atenção a ponto de levar boa parte dos leitores a se interessarem em buscar mais sobre o assunto. Por isso, é fundamental remeter o público a um sitio da Internet, como foi feito pela ADE-SP durante dois anos e agora está desativado.
O exemplo a seguir é bastante impactante, pois gera na mente do público uma surpresa positiva: que religião é essa que diz que ela própria não é o mais importante?


Em vez de falar no jargão espírita sobre “reforma-íntima”, o cartaz aborda a mesma coisa de forma mais palatável.


O cartaz a seguir incentiva o trabalho para o bem e valoriza o indivíduo promovendo sua alta estima.
Em vez de falar logo de início sobre a Lei de Ação e Reação, o cartaz a seguir procura abordar o conceito.



Lembrar as pessoas que a perfeição do criador não pode admitir acaso e coincidências.


A casa espírita deve estar preparada para receber o retorno dessa ação que certamente vai gerar um aumento de novos visitantes, de telefonemas, de e-mails etc.
Os trabalhadores devem estar treinados para oferecer a melhor recepção com abordagem doutrinária sem apelar na adjetivação em favor do espiritismo, mas utilizando do raciocínio lógico.

Baseado no livro Comunicação e Discernimento, Ivan Franzolim, Editora EME, Capivari-SP 2012.